O que é Literatura?
   Literatura no Brasil
  Biografias
  Quinhentismo
    Literatura Jesuítica
  Barroco
    Arte Barroca
    Características
    Barroco no Brasil
    Autores
  Arcadismo
    Autores
  Romantismo
    Características
    Poesia - autores
    Prosa - autores
    Teatro
    Quadro resumo
  Laifis de Literatura
   [+] Mais

  Jogos on-line
  Exercícios resolvidos
  Provas de vestibular

  Área dos Professores
  Biblioteca Virtual
  Glossário
  Linguagem literária

  Curiosidades
  Linha do tempo
  Links interessantes
  Notícias
  Fale conosco

 
Busca Geral

 

Os Tupinambás

 

Muitos viajantes e jesuítas que vieram ao Brasil relataram os costumes dos indígenas que aqui viveram. No entanto, uma das tribos que mais chamou a atenção dos portugueses e demais colonizadores que aqui vieram foi, sem dúvida, os Tupinambás, uma tribo antropofágica (canibal) que vivia no litoral brasileiro.

Acostumados com uma vida “civilizada” no Velho Continente, os europeus se impressionaram com os rituais antropofágicos da tribo. Esses consistiam, basicamente, em derrotar o chefe da tribo inimiga e comer a sua carne com o intuito de adquirir suas qualidades como um guerreiro, tais como a valentia, a inteligência e as habilidades na luta.

Um dos acontecimentos históricos envolvendo as tribos Tupinambás foi a Confederação dos Tamoios, uma revolta iniciada pelos índios Tupinambás entre 1556 e 1567 no litoral brasileiro, mais precisamente, na capitania de São Vicente (nas proximidades do atual estado de São Paulo). O nome “tamoio” vem do tupi “tamuya”, que significa “ancião”.

A revolta, iniciada pelos Tupinambás, englobou também as tribos dos Guaianazes, dos Aimorés e dos Temiminós contra os colonizadores portugueses. Os indígenas se revoltaram contra o governador da capitania, Brás Cubas, pois o mesmo queria colonizar a região com a implantação das primeiras plantações de cana-de-açúcar mediante a escravização dos índios.




A principal referência da revolta na literatura brasileira é a obra Confederação dos Tamoios (1856), de autoria do escritor do período romântico Gonçalves de Magalhães. O poema foi alvo da crítica do então escritor em ascensão José de Alencar, que publicou, inicialmente sob um pseudônimo, as Cartas Sobre a Confederação dos Tamoios (1856) em que critica a situação da obra para as letras brasileiras. Já em 1883, o pintor Rodolfo Amoedo se inspirou no poema de Magalhães para pintar sua obra O Último Tamoio, em que retrata Aimberê, chefe dos tamoios, morto à beira da praia e recebendo a última benção do Padre Anchieta.

 

Fonte: Revista de História da Biblioteca Nacional.

 

Curta nossa página nas redes sociais!

 

 

Mais produtos

 

Sobre nós | Política de privacidade | Contrato do Usuário | Anuncie | Fale conosco

Copyright © 2014 Só Literatura. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Grupo Virtuous.